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	<title>Campanha Latino-Americana pelos Bons Tratos da Criança &#187; Estudos Bíblicos</title>
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		<title>Bons tratos em família</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 19:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[Bons-tratos]]></category>
		<category><![CDATA[costumes]]></category>
		<category><![CDATA[familia]]></category>

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		<description><![CDATA[A família tem um papel essencial na formação das pessoas. Tão essencial que pode ajudar ou prejudicar o desenvolvimento da criança, do adolescente ou do jovem. O estudo nos leva a compreender como a família de Jesus pode ser um modelo para nós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo Bíblico 7<br />
<strong>Bons tratos em família: o lar como um lugar onde as crianças são respeitadas, ouvidas, afirmadas, compreendidas, incluídas e criadas com amor</strong></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">História de Vida</span></strong><br />
<strong>1. </strong>Nas últimas três décadas, houve uma redefinição das funções da família e dos papéis de seus membros. A desintegração familiar e a perda da afetividade em seu interior se converteram nas principais causas de diversos problemas que afetam a infância e a adolescência.</p>
<p><strong>2. </strong>O Ministério da Educação do Peru revela que 72% dos adolescentes de colégios secundários que usam drogas declararam que assim o faziam, principalmente, por causa da carência de afeto e atenção da parte dos pais e por conflitos familiares.</p>
<p><strong>3. </strong>A proporção de crianças e adolescentes que não vão à escola e estão no mercado de trabalho ou envolvidos em trabalhos domésticos diminui sensivelmente à medida que aumenta o clima educacional dos lares. Isso demonstra que não são apenas as restrições econômicas que definem as oportunidades de bem-estar nesta etapa. Mas que esta também é afetada pelas aspirações dos pais a respeito de seus filhos.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Tempo de conversar</span></strong><br />
<strong>1.</strong> O que tem em comum os três parágrafos anteriores a respeito da influência dos pais na vida de seus filhos?</p>
<p><strong>2.</strong> Você consegue identificar situações em sua vida nas quais a sua família ajudou ou atrapalhou o seu desenvolvimento pessoal?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">O que a Bíblia diz</span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Lucas 2:41-52 </p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a. </strong>De que maneira os costumes judeus obrigavam os pais a incluir a seus filhos no desenvolvimento da sua vida religiosa? (vs. 41-42, leia também Deuteronômio 6.4-9 para complementar a discussão).</p>
<p><strong>b.</strong> Qual decisão tomada por Jesus demonstrou que ele era muito mais que o filho de José e Maria? (vs. 43)</p>
<p><strong>c. </strong>Qual foi a reação dos pais de Jesus quando eles perceberam que seu filho não estava com eles e que havia ficado em Jerusalém? O que esse texto nos ensina sobre a qualidade do relacionamento que seus pais tinham com Ele? (vs. 44)</p>
<p><strong>d.</strong> Qual foi a reação dos pais de Jesus quando encontraram seu filho, depois de estar perdido por três dias? Por que ficaram surpresos? (vs. 46-48)</p>
<p><strong>e. </strong>Qual é a resposta de Jesus à repreensão inicial de sua mãe Maria e à descrição da angústia sofrida? O que Jesus sugere ao contrastar “Meu Pai” (referindo-se a Deus) com “teu pai” (referindo-se a José)? (v. 48-49) </p>
<p><strong>f.</strong> De acordo com o v. 50, foi fácil ou difícil para os pais de Jesus entenderem as mudanças que estavam passando com seu filho? Por quê? </p>
<p><strong>g.</strong> Quando Jesus confirmou sua relação singular com Deus (a quem ele chama Meu Pai), qual foi sua atitude diante dos pais terrenos? (v. 51)</p>
<p><strong>h. </strong>Que habilidades os pais de Jesus usaram para enfrentar o conflito gerado com seu filho por causa da descoberta de sua identidade como Filho de Deus, e não apenas como filho de José e Maria? </p>
<p><strong>i.</strong> Neste relato, como os pais de Jesus respeitaram, escutaram, afirmaram, compreenderam e incluíram seu filho? </p>
<p><strong>j.</strong> Você percebe algum tipo de violência física, verbal ou emocional da parte dos pais de Jesus? </p>
<p><strong>k.</strong> De acordo com o v. 52, qual foi o resultado da boa educação que Jesus recebeu? </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Aplicação para a vida</span></strong><br />
<strong>1. </strong>Você se lembra de alguma experiência de conflito com seus pais em que você se sentiu maltratado por eles?</p>
<p><strong>2. </strong>Quais são as formas mais comuns de maus tratos que as crianças sofrem no interior de seus lares, sejam estes cristãos ou não? </p>
<p><strong>3. </strong>O modelo de correção positiva de José e Maria na vida de seu filho Jesus é um exemplo para os pais hoje? Comente. </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Para pensar</span></strong><br />
Uma das implicações da encarnação de Cristo é que Deus permitiu que seu filho atravessasse todas as etapas do desenvolvimento humano. A transição de Jesus da infância à adolescência esteve marcada pelas tensões naturais que o crescimento produz. A descoberta de Jesus em relação à sua identidade e vocação produziu uma crise no relacionamento com seus pais. Diferente de muitos lares hoje, o conflito gerado no interior da família de Jesus não foi resolvido por nenhuma forma de imposição violenta, física ou verbal, de autoridade. Mas sim, usando diálogo e a capacidade para escutar um ao outro. Os pais de Jesus o apoiaram em sua percepção da vontade de Deus para Ele (ainda que não a compreendam plenamente) e Ele foi incluído e aceito em sua comunidade.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Observação:</span></strong> antes de realizar esse estudo, leia as orientações em <a href="http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2009/12/estudos_biblicos_introducao/">Introdução</a></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com" target="_blank">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109<br />
______________________________________________________________________________<br />
Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
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		<title>Amar ao próximo é tratá-lo bem</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 18:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Bons-tratos]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[maltrato]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[A infância requer prioridade e cuidar da criança requer disposição. O estudo nos ajuda a entender que o amor não pode ser apenas em palavras, são necessárias ações. Caso contrário, nosso discurso se torna incoerente com a realidade a nossa volta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo Bíblico 6<br />
<strong>A infância em um mundo violento: amar ao próximo é tratá-lo bem, principalmente se ele é criança</strong></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">História de Vida</span></strong><br />
“A infância tem que ter prioridade”.<br />
Esse é um discurso comum na América Latina, repetido constantemente. Porém, quando confrontada com dados concretos, a situação é inversa: as crianças são as mais prejudicadas pelo crescimento da região.</p>
<p>58% das crianças menores de cinco anos de idade são pobres e o mesmo acontece com 57% das crianças entre 6 e 12 anos. Alguma coisa muito estranha está acontecendo com a economia quando em um continente com grande capacidade de produção de alimentos, 36% das crianças com menos de dois anos de idade estão em situação de “alto risco nutricional”, ou seja, desnutrição.</p>
<p><em>Extraído de: www.unimet.edu.ve </em></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Tempo de conversar</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Além da pobreza e desnutrição, que outros problemas ameaçam a vida das crianças do seu país?</p>
<p><strong>2. </strong>Por que existe esse descompasso entre o discurso (a infância tem que ter prioridade) e a prática (as crianças estão em último lugar) na realidade latino-americana?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">O que a Bíblia diz</span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Êxodo 2.1-10</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a. </strong>Por que os meninos judeus se transformaram em uma ameaça política ao Império Egípcio a ponto de o faraó ordenar que fossem mortos?</p>
<p><strong>b.</strong> Identifique as diferentes pessoas que desacataram a ordem do faraó e saíram em defesa da vida das crianças em geral e de Moisés em particular?</p>
<p><strong>c.</strong> Que razões levaram as parteiras, a família de Moisés e a filha do Faraó a salvar a vida de Moisés? </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Aplicação para a vida</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Enumere algumas formas de maus tratos que afetam as crianças da sua comunidade.</p>
<p><strong>2. </strong>O que podemos fazer em nível pessoal ou eclesiástico para seguir o exemplo das parteiras do Egito, da família de Moisés e da filha do faraó, hoje?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Para pensar</span></strong><br />
A violência contra a infância tem diferentes formas. Uns morrem por causa de balas perdidas e outros de fome.</p>
<p>As parteiras hebréias afirmaram a santidade da vida como dom de Deus e defenderam assim os pequeninos de seu povo. A família de Moisés descobriu a beleza de Deus no rosto de seu filho recém-nascido e o protegereu. A filha do faraó o salvou, pois aprendeu que a fragilidade de uma criança é mais poderosa que os editais do seu pai.</p>
<p>Todos essas pessoas decidiram amar ao menino Moisés como a si mesmos, e mostraram o que Deus espera de cada adulto no relacionamento com as crianças que nos rodeiam.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Observação:</span></strong> antes de realizar esse estudo, leia as orientações em <a href="http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2009/12/estudos_biblicos_introducao/">Introdução</a></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com" target="_blank">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109<br />
______________________________________________________________________________<br />
Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
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		<title>O lugar das crianças no coração de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 16:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[estudo bíblico]]></category>
		<category><![CDATA[maltrato]]></category>
		<category><![CDATA[plenitude de vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Como você gostaria que seu filho fosse tratado? O estudo nos leva a compreender o direito à plenitude de vida que foi dada a todas as crianças e adolescentes não apenas por leis humanas, mas também por Deus.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo Bíblico 5<br />
<strong>O lugar das crianças no coração de Deus: Infância, plenitude de vida e dignidade humana</strong></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">História de Vida</span></strong><br />
“Eu, senhor ministro, sou uma menina que trabalha e que foi maltratada durante muito tempo, como muitas outras meninas. O senhor gostaria que seu filho tivesse que trabalhar e fosse maltratado?”</p>
<p>Palavras de Magali Cueva Ayay, criança trabalhadora de Cajamarca, Peru, em uma conversa com o Ministro do Trabalho, durante o II Encontro Nacional de Crianças e Adolescentes Que Trabalham, realizado na cidade de Lima, em outubro de 2005.</p>
<p><em>Extraído do livro “Sejamos como crianças”. Kastberg, Nils; Alvarado, Ruth; Sánchez, Edesio e Enns, Marlene (2007). Seamos como niños. p. 39</em></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Tempo de conversar</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Por que Magali tem que trabalhar?</p>
<p><strong>2.</strong> A que tipos de maus tratos físicos, emocionais e espirituais estão expostas as crianças que, como Magali, trabalham? </p>
<p><strong>3. </strong>Que sentimentos você percebe nas palavras de Magali? </p>
<p><strong>4.</strong> Se tivesse que responder à pergunta que Magali fez ao Ministro de Trabalho, o que você diria? </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">O que a Bíblia diz</span></strong></p>
<p><strong>Leia: </strong>Lucas 1.13-17</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a. </strong>Que nome Zacarias e Isabel colocaram no filho deles? Colocaram esse nome antes ou depois que o filho nasceu? Qual é um dos primeiros direitos que toda criança deve ter? (v. 13) </p>
<p><strong>b. </strong>Que sentimentos a notícia do nascimento de João causou? Por que sua chegada ao mundo foi num ambiente de alegria, contentamento e júbilo? Quais são os riscos que uma criança sofre ao crescer em um ambiente em que seu nascimento não foi motivo de alegria para seus pais nem para a comunidade? (v. 14)</p>
<p><strong>c. </strong>A partir de que momento João experimenta a presença do Espírito Santo? De acordo com a sua resposta anterior, quando começa e, portanto, deve ser protegida a vida humana? (v.15)</p>
<p><strong>d.</strong> Que verbos descrevem a vida futura de João? Qual a relação entre os verbos “ser”, “fazer” e “ir” com o sentido de uma vida plena para todas as crianças? (v. 15-17).</p>
<p><strong>e.</strong> Mencione semelhanças e diferenças entre a vida de Magali e a de João Batista. </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Aplicação para a vida</span></strong><br />
<strong>1. </strong>Descreva três direitos dados por Deus a todas as crianças a partir da vida de João Batista.</p>
<p><strong>2. </strong>Mencione três ações que tanto em nível pessoal, organizacional ou de nossa igreja local (ou ministério) podemos implementar para que esses direitos sejam respeitados. </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Para pensar</span></strong><br />
Deus deu a João direitos inalienáveis desde o momento da sua concepção: o direito a ter um nome, que dá a ele uma identidade singular e um lugar único em sua comunidade; o direito a ser amado como filho e nascer apesar das condições sociais adversas; o direito de ser uma fonte de felicidade e orgulho para Deus, para seus pais e para a sua comunidade; e o direito de ser um profeta de Deus e cumprir assim sua missão na vida.</p>
<p>Existem ao nosso redor crianças que não usufruem de nenhum ou usufruem muito pouco desses direitos e, como consequência, não vivem a plenitude de vida que Deus, seu criador, anseia para eles.</p>
<p>Temos que voltar a ver Jesus, o menino de Nazaré, que quando adulto acolheu as crianças em seus braços. Os mesmos braços que voltaram a se abrir para serem cravados numa cruz por amor a elas e assim conseguir que os benefícios da salvação alcancem a cada criança de nossa terra. </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Observação:</span></strong> antes de realizar esse estudo, leia as orientações em <a href="http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2009/12/estudos_biblicos_introducao/">Introdução</a></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com" target="_blank">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109<br />
______________________________________________________________________________<br />
Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
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		<title>O valor da infância no coração do Criador</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[estudo bíblico]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[situação de rua]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo nos leva a perceber o valor da infância aos olhos de Deus enquanto fase de desenvolvimento e, ainda, na formação de adultos saudáveis. E também a descobrir a importância da infância de Jesus e como ele nos incentiva a sermos filhos de Deus Pai.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo Bíblico 4<br />
<strong>O valor da infância no coração do Criador: redescobrindo a imagem de Deus em meninos e meninas do mundo</strong></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">História de Vida</span></strong><br />
Laidy Tabares é uma menina em situação de rua de Medelín, que sobrevive vendendo rosas nas mesas de bares e restaurantes. Seu nome percorreu o mundo quando tornou-se a personagem principal de “Vendedora de Rosas”, um famoso filme colombiano indicado para Palma de Ouro em Cannes, que retrata a vida da infância em situação de rua.</p>
<p>A maioria das crianças protagonistas do filme eram meninos e meninas que, assim como Laidy, realmente viviam em situação de rua. Suas vidas sofridas estremeceram o mundo e o encanto e a atuação de Laidy lhe renderam o prêmio de melhor atriz em três festivais internacionais.</p>
<p>Segundo informação do jornal espanhol El País, Laidy recebeu apenas mil euros e um ano depois estava de volta às ruas para vender rosas. Das 17 crianças e adolescentes que atuaram no filme, nove foram assassinados. Ainda hoje, muitos rotulam essa população de “os descartáveis”.</p>
<p><em>Extraído do livro Mais ética, mais desenvolvimento.</em></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Tempo de conversar</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Por que Laidy, apesar do sucesso do seu filme, teve que voltar a vender rosas nas ruas?</p>
<p><strong>2. </strong>Por que nove das 17 crianças que participaram do filme foram assassinadas?</p>
<p><strong>3.</strong> Por que as crianças que sobrevivem nas ruas são chamadas de “os descartáveis”?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">O que a Bíblia diz</span></strong><br />
<strong>Leia </strong>as narrativas da criação de Adão e do nascimento de Jesus: em Gênesis 2.15-17 e Lucas 2.6-7</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a. </strong>Que semelhanças e diferenças podemos identificar nesses dois relatos?</p>
<p><strong>b.</strong> Da perspectiva do desenvolvimento humano, qual foi a etapa de vida que Jesus experimentou, mas Adão não?</p>
<p><strong>c.</strong> O fato de que Adão aparece como um adulto sem infância pode ter trazido consequências para sua vida? Pode haver alguma relação entre a ausência de infância e sua vulnerabilidade para enfrentar a tentação da serpente, narrada nos primeiros versículos do capítulo 3 de Gênesis?</p>
<p><strong>d.</strong> Por que Deus permitiu que o seu Filho, Jesus, tivesse infância, diferentemente de Adão?</p>
<p><strong>e.</strong> Com base nessas narrativas, por que o conceito “imagem de Deus” está mais associado aos adultos e não às crianças? Por que é tão difícil reconhecer a “imagem de Deus” no rosto de uma criança?</p>
<p><strong>f.</strong> Se a imagem do Deus invisível habitou plenamente a vida de um menino chamado Jesus, o que isso nos fala sobre cada menino e menina hoje?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Aplicação para a vida</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Quando você medita sobre o fato de o ser humano ter sido criado à imagem de Deus, que imagem vem logo à sua cabeça: uma criança, um adolescente, um adulto, ou um ancião? Por quê?  </p>
<p><strong>2.</strong> Se as crianças foram criadas à imagem de Deus da mesma maneira que os adultos, por que a sociedade e a igreja descuidam do serviço às crianças, principalmente daquelas que vivem em situações de extrema pobreza?</p>
<p><strong>3. </strong>Que tipos de ações podem ser feitas em nível individual, organizacional ou comunitário, que expressem o imenso valor que meninos e meninas têm como pessoas criadas à imagem de Deus?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Para pensar</span></strong><br />
Adão aparece nas páginas de Gênesis como um adulto, sem registro algum de sua infância. Pode ser que o fato de ele não ter vivido as várias etapas do desenvolvimento como ser humano tenha sido uma das causas dos erros que ele cometeu, em busca de traçar sua própria história.</p>
<p>A passagem desse adulto sem infância nos remete aos dias de hoje em que milhares de pessoas cresceram em situações onde não lhes foi permitido ser criança. Um dos efeitos mais devastadores da pobreza extrema é que ela rouba a infância das pessoas e leva muitos meninos e meninas a serem forçados a realizar tarefas de adultos e a aprenderem a sobreviver nas ruas, desde o início de suas vidas. Crescer sem infância é crescer sem pais. Por isso, muitos rotulam a América Latina como uma sociedade sem pai.</p>
<p>Mas, é em meio a essa realidade que Jesus nos desafia a sermos como crianças, compartilhando seu Pai conosco e nos desafiando a recuperar nossa infância.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Observação:</span></strong> antes de realizar esse estudo, leia as orientações em <a href="http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2009/12/estudos_biblicos_introducao/">Introdução</a></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com" target="_blank">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109 </p>
<p>_____________________________________________________________________________<br />
Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
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		<title>Amando as crianças como a si mesmo</title>
		<link>http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2010/01/estudos_biblicos_amando-as-criancas-como-a-si-mesmo/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 12:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[estudo bíblico]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo nos leva a ver a criança como uma pessoa a ser servida. Uma pessoa integral a ser servida integralmente.
Aproveite a oportunidade para convidá-las para os seus estudos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo Bíblico 3<br />
<strong>Os pequenos e pequenas também são nossos próximos: amando as crianças como a si mesmo</strong></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">História de Vida</span></strong><br />
Uma noite, muito tarde, D.L. Moody, o famoso evangelista americano do século dezenove, chegou em casa depois de pregar numa reunião. Emma, sua esposa, já estava dormindo. Quando seu cansado esposo deitou na cama, ela virou e murmurou:</p>
<p>- Como foi esta noite?<br />
- Muito boa – respondeu ele. Duas pessoas e meia.</p>
<p>Sua esposa permaneceu em silêncio por um momento, depois sorriu e perguntou:</p>
<p>- Querido, quantos anos tinha a criança?<br />
- Não, não, não – respondeu Moody. Foram duas crianças e um adulto! As crianças têm toda sua vida adiante. A metade da vida do adulto já foi.</p>
<p><em>Extraído d	o livro: Não se esqueçam das Crianças (2007), Dr. Wess Stafford, Compassion Internacional</em></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Tempo de conversar</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Que imagem veio à sua mente ao ler “duas pessoas e meia”? </p>
<p><strong>2.</strong> Você pensou da mesma maneira que a sra. Moody: dois adultos em pé na frente de um auditório com uma criança ao lado?</p>
<p><strong>3. </strong>Por que nessa história associamos naturalmente a palavra “pessoa” com adultos e a palavra “meia” com crianças? </p>
<p><strong>4. </strong>Que outros termos que incluem crianças e adultos são usados pensando-se exclusivamente nos adultos? </p>
<p><strong>5. </strong>Quais são algumas situações onde meninos e meninas são excluídos?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">O que a Bíblia diz</span></strong></p>
<p><strong>Leia: </strong>Lucas 10.25-37</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a. </strong>Pense por um momento. E se a personagem desse relato fosse uma pessoa menor de idade? Quais são as situações que deixam as crianças à margem do caminho da vida hoje? </p>
<p><strong>b.</strong> Você acredita que o comportamento do sacerdote e do levita seria diferente se tivesse sido uma pessoa menor de idade e não uma pessoa adulta que estivesse ferida no caminho? Se tivesse sido uma criança, que outras razões esses dois personagens teriam para socorrê-la (ou não)? </p>
<p><strong>c. </strong>Além do que o bom samaritano fez para ajudar este homem, que outra coisa ele teria que ter feito se a pessoa caída fosse uma criança?</p>
<p><strong>d.</strong> Como é definido o termo “próximo” nas palavras de Jesus? Será que Jesus estaria de acordo que incluíssemos as crianças em nossa agenda de serviço?</p>
<p><strong>e.</strong> De que maneira esse texto bíblico nos desafia a que nós, como adultos, possamos ver as crianças como os próximos a quem devemos servir?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Aplicação para a vida</span></strong><br />
<strong>1.</strong> Quando você pensa em ser o próximo de alguém, você pensa em uma pessoa adulta ou em uma criança?</p>
<p><strong>2. </strong>De que outras maneiras concretas podemos ser os próximos das crianças, em nível pessoal ou em nossas comunidades? </p>
<p><strong>3. </strong>Que mudanças seriam necessárias para incluir a misericórdia em nosso relacionamento com as crianças e assim transformá-las em nossos próximos?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Para pensar</span></strong><br />
Ser o próximo de meninos e meninas implica, em primeiro lugar, nossa responsabilidade de amá-los. Os que em primeiro lugar têm a responsabilidade de ser o próximo de uma criança são os pais dela. Mas quando os pais se descuidam dessa tarefa, cada um de nós tem a obrigação de agir como pai e mãe para as crianças que cresceram sem eles. Portanto, ser o próximo das crianças significa incluir a paternidade/maternidade em nosso relacionamento com elas. Ser o próximo das crianças implica ser bondosos com elas. Tratá-las como nós gostaríamos de ser tratados. Ser o próximo nos compromete com todos os que têm necessidades, mas de maneira especial com as crianças, que são mais vulneráveis e que necessitam nossa solidariedade.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Observação:</span></strong> antes de realizar esse estudo, leia as orientações em <a href="http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2009/12/estudos_biblicos_introducao/">Introdução</a></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com" target="_blank">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109 </p>
<p>______________________________________________________________________________<br />
Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Amando o seu próximo como a si mesmo</title>
		<link>http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2010/01/estudos_biblicos_amando-o-seu-proximo-como-a-si-mesmo/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 18:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[estudo bíblico]]></category>
		<category><![CDATA[próximo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudos 1 e 2 estão dentro do mesmo tema. Se necessário, você pode dividí-los em mais encontros.
Estude sobre o amor na relação com os inimigos, com a família, com Deus, com a sociedade, consigo mesmo e com a igreja.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo bíblico 1 e 2*<br />
<strong>Amando o seu próximo como a si mesmo: a regra de ouro das relações humanas </strong></p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">História de Vida</span></strong><br />
Durante o período de violência política no Peru, vários cristãos morreram por viver de acordo com a ética do amor ao próximo. Depois de um confronto entre as forças militares e os grupos subversivos, os combatentes que estavam feridos buscavam refúgio nas humildes casas dos camponeses que moravam na região. A maioria, exceto os cristãos, não os deixava entrar. Quando chegavam a um lar evangélico recebiam abrigo, alimentos e cuidados para suas feridas. O grupo contrário interpretava essa ação humanitária como colaboração com o inimigo e assassinava impunemente quem fizesse isso. Amar o próximo como a si mesmo em um contexto de guerra permitiu que cristãos humildes compartilhassem sua fé em Jesus Cristo, mesmo à custa de suas próprias vidas.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Tempo de conversar</span></strong><br />
Você conhece alguma outra circunstância na qual “amar ao próximo como a si mesmo” implica em um grande sacrifício para quem obedece a esse ensino? </p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">O que a Bíblia diz</span></strong><br />
Vamos revisar os ensinos de Jesus e de seu discípulo Paulo sobre amar o próximo como a si mesmo e suas implicações. </p>
<p><strong><span style="color: #a16aab">1. Na relação com os inimigos</span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Mateus 5.43-48</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a.</strong> De acordo com o v. 43, o conceito de próximo inclui ou não os inimigos?<br />
<strong>b.</strong> De acordo com o v. 44, quais são as implicações de Jesus ter mudado “odiarás o teu inimigo” para “amai os vossos inimigos”?<br />
<strong>c.</strong> Cite as quatro palavras usadas no v. 44 para descrever a forma de agir dos inimigos.<br />
<strong>d.</strong> Cite as quatro palavras usadas no v.44 para descrever a maneira que podemos amar nosso inimigo.<br />
<strong>e.</strong> De acordo com os vs. 45-48, qual é a principal razão para amar os nossos inimigos?</p>
<p><strong><span style="color: #a16aab">2. Na relação com a família </span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Mateus 19.16-22</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a.</strong> Por que o jovem desta história procura Jesus? (v. 16)<br />
<strong>b.</strong> Qual é o caminho de vida que Jesus propõe? (v. 17-19)<br />
<strong>c.</strong> Por que será que o mandamento de honrar os pais aparece antes do mandamento de amar o nosso próximo como a nós mesmos? (v. 19)<br />
<strong>d.</strong> De acordo com o v. 19, qual é a primeira área na qual devemos amar o próximo como a nós mesmos?<br />
<strong>e. </strong>Se honrar nossos pais é a maneira de amá-los como nossos próximos, por que esse é um passo necessário no caminho em direção à vida?</p>
<p><strong><span style="color: #a16aab">3. Na relação com Deus</span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Mateus 22.34-40</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a.</strong> O mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas se encontra no livro de Deuteronômio 6.5, e o de amar o nosso próximo, no livro de Levítico 19:18. Por que será que originalmente esses dois mandamentos estavam separados?<br />
<strong>b. </strong>Se os mandamentos de amar a Deus e ao nosso próximo já estavam formulados no Antigo Testamento, qual é a contribuição de Jesus a respeito desses mandamentos?<br />
<strong>c.</strong> Se a palavra “semelhante” significa “tão importante quanto”, quais são as implicações disto para compreendermos a conexão entre o primeiro e o segundo mandamento? </p>
<p><strong><span style="color: #a16aab">4. Na relação com a sociedade</span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Romanos 13.8-10</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a.</strong> Alguns pensam que o princípio de “amar a teu próximo como a ti mesmo” só pode ser vivido no âmbito da família e da igreja. De acordo com o contexto do texto bíblico, você concorda com essa afirmação?<br />
<strong>b.</strong> Se a lei é um elemento central na regulação das relações humanas, como relacionamos “o amor ao próximo como a ti mesmo” com a obediência à lei, de acordo com o texto bíblico selecionado?<br />
<strong>c.</strong> Se as palavras “resumo” e “cumprimento” refletem a compreensão paulina da relação entre o amor ao próximo e a lei, que desafio isto apresenta às leis humanas e divinas?</p>
<p><strong><span style="color: #a16aab">5. Na relação consigo mesmo</span></strong></p>
<p><strong>Leia:</strong> Gálatas 5.13-14</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a.</strong> Se a liberdade é um dos valores mais importantes para as pessoas, como o amor ao próximo garante o exercício adequado da liberdade?<br />
<strong>b.</strong> Mencione alguns exemplos do uso da liberdade fora do princípio do amor ao próximo.<br />
<strong>c.</strong> De que maneira o serviço aos outros é resultado natural de exercer nossa liberdade em amor?</p>
<p><strong><span style="color: #a16aab">6. Na relação com a igreja</span></strong></p>
<p><strong>Leia: </strong>Tiago 2.1-13</p>
<p><strong>Para discutir:</strong><br />
<strong>a.</strong> Qual é o problema que Tiago quer abordar neste capítulo? (v. 1)<br />
<strong>b.</strong> Onde e como a discriminação social é manifestada neste relato? (v. 2-4)<br />
<strong>c.</strong> Qual é a perspectiva que Tiago tem de pobres e ricos? (v. 5-7)<br />
<strong>d.</strong> Como “o amor ao próximo como a ti mesmo” se torna uma barreira contra toda forma de discriminação entre as pessoas?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Aplicação para a vida</span></strong><br />
<strong>1. </strong>Pense na semana passada, lembre-se de uma oportunidade quando você amou uma pessoa como a si mesmo intencionalmente. Que conduta específica foi necessária? </p>
<p><strong>2.</strong> Você consegue identificar alguma pessoa que esteja ao seu redor e que precise do seu amor e serviço?</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Para pensar</span></strong><br />
De acordo com o ensino de Jesus aprofundado pelo apóstolo Paulo, o “amar ao próximo como a si mesmo” inclui a todas as pessoas que estão ao nosso redor que necessitam de amor, especialmente os pobres e os que consideramos inimigos. Ainda que qualquer contexto seja apropriado para viver esse mandamento de amor, é na família e na igreja que ele deve brilhar ainda mais. Os judeus acreditavam que podiam viver o amor de Deus e ao próximo como se fossem realidades independentes. Jesus as uniu e mostrou que ainda que sejam diferentes, são inseparáveis. O amor ao próximo evita que nossa liberdade se converta em egoísmo, transformando-a em um fervente desejo de serviço aos outros.</p>
<p>* Nota: Pelo tamanho destes estudos bíblicos 1 e 2, recomenda-se dividi-los de acordo com o tempo disponível e as necessidades individuais dos grupos de estudo.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Observação:</span></strong> antes de realizar esse estudo, leia as orientações em <a href="http://maosdadas.org/rede/bons-tratos/2009/12/estudos_biblicos_introducao/">Introdução</a></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109 </p>
<p>______________________________________________________________________________<br />
Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
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		<title>Introdução</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 17:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tabata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[estudo bíblico]]></category>
		<category><![CDATA[introdução]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.samuelfelix.com/bons-tratos/?p=23</guid>
		<description><![CDATA[Saiba como se preparar e dirigir os grupos de estudo bíblico. Veja objetivo, passo a passo e orientações.

O objetivo dos Estudos Bíblicos é mostrar a relevância da Bíblia na resposta aos desafios apresentados à fé cristã quanto aos maus tratos para a infância, além de apresentar as implicações do “amar o próximo como a si mesmo” na esfera da infância latino-americana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Objetivo</span></strong><br />
O objetivo dos Estudos Bíblicos é mostrar a relevância da Bíblia na resposta aos desafios apresentados à fé cristã quanto aos maus tratos para a infância, além de apresentar as implicações do “amar o próximo como a si mesmo” na esfera da infância latino-americana.</p>
<p>As temáticas abordam problemas globais, que afetam as crianças independentemente de seu <em>status</em>, condição social ou religião. Portanto esses estudos podem e devem ser usados para conscientizar cristãos e não-cristãos a respeito do desafio de “amar as crianças como a si mesmo”. Assim sendo, foi feito um esforço intencional de não se usar uma linguagem que poderia ser rotulada como “religiosa” para que os estudos atendessem a todos os públicos interessados em aderir à Campanha.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Estrutura passo a passo:<br />
</span></strong><span style="color: #A16AABB">História:</span> cada estudo começa com uma história de vida com a qual qualquer pessoa pode se identificar.</p>
<p><span style="color: #a16aabb">Bate-papo:</span> em seguida nos convida a conversar sobre a história e dá espaço para comentários e opiniões pessoais.</p>
<p><span style="color: #a16aabb">Leitura da Bíblia:</span> depois da conversa, é apresentado um trecho da Bíblia que aborda o tema sob a perspectiva bíblica.</p>
<p><span style="color: #a16aabb">Perguntas:</span> o estudo propõe algumas perguntas que introduzem o mundo da Bíblia e estimulam a pensar e refletir sobre o assunto do estudo. Segue-se uma seqüência de leitura de textos bíblicos e perguntas.</p>
<p><span style="color: #a16aabb">Reflexão:</span> o próximo passo é ler uma curta reflexão que nos leve a pensar e agir sobre o assunto estudado.</p>
<p><span style="color: #a16aabb">Oração:</span> para concluir, convide a todos para meditar, orar a Deus e agir.</p>
<p>Nosso desejo é que Deus use este guia de estudos bíblicos para que muitos líderes latino-americanos cheguem a conhecer a Jesus Cristo como o <span style="text-decoration: underline">Senhor da infância</span> latino-americana.</p>
<p><strong><span style="color: #a1cc3f">Orientações para um bom uso dos estudos bíblicos</span><br />
</strong><strong>1.</strong> É necessário que <span style="text-decoration: underline">uma</span> pessoa dirija o estudo bíblico – ela pode dirigir todas as reuniões ou intercalar com mais uma ou duas pessoas.</p>
<p><strong>2.</strong> A pessoa que vai dirigir o estudo deve investir um bom tempo em sua preparação, estudando o texto que vai ensinar para poder fazer um bom uso do guia de estudos.</p>
<p><strong>3.</strong> A pessoa que dirige o estudo deve ler e refletir sobre o assunto antes da reunião, além de se preparar emocionalmente e espiritualmente para falar sobre dele.</p>
<p><strong>4.</strong> A pessoa que dirige o estudo tem completa liberdade para adaptar ou modificar as histórias de vida de acordo com seu contexto ou contexto das pessoas que vão ouvi-la. O mesmo acontece em relação às perguntas. Há a liberdade de escolher algumas e descartar outras, mudá-las e adaptá-las e até de elaborar suas próprias perguntas em função do tempo disponível e das necessidades das pessoas que participam.</p>
<p>5. A maior tentação a ser vencida pela pessoa que dirige o estudo é a de pregar. Quem dirige o estudo não é um pregador, mas um facilitador, isso significa que ele deve tentar falar o mínimo possível e estimular a participação do grupo o máximo possível. Por isso existem as perguntas nos guias de estudo. Elas são geradoras de discussão.</p>
<p>Em um momento a pessoa deve fazer uma pergunta ao grupo em geral esperando que alguém responda. Em outro momento, fazer a pergunta diretamente a uma pessoa (normalmente fazemos isso com as pessoas que participam pouco).</p>
<p>Se você considera que uma pergunta não foi respondida da maneira adequada, faça a mesma pergunta a outro participante, esperando assim que a resposta anterior possa ser complementada ou corrigida. Se necessário, faça a pergunta de uma outra forma para que seja mais fácil de ser entendida e respondida.</p>
<p><strong>6.</strong> Administre o tempo de maneira sábia e criativa. Não fique muito tempo em apenas uma pergunta nem passe por todas as perguntas rapidamente. Sinta-se com liberdade para usar uma ou duas reuniões para abordar cada estudo a fundo, se considerar necessário.</p>
<p><strong>7.</strong> Depois de ler a reflexão final e fazer os comentários finais termine com um tempo de oração, permitindo que os participantes do grupo reajam ao que foi aprendido com frases curtas inspiradas no que foi estudado e aprendido. Fique à vontade para criar alguma outra forma criativa de concluir o estudo.</p>
<p><strong>Pra saber mais:</strong><br />
Para mais informações e detalhes sobre a Campanha na América Latina acesse: <a href="http://www.juntosporlaninez.com" target="_blank">www.juntosporlaninez.com</a></p>
<p>Ou faça contato pelo e-mail <a href="mailto:info@juntosporlaninez.com">info@juntosporlaninez.com</a> ou pelo telefone (506) 2280-4400 Ext. 109 </p>
<p>Campanha Regional “Ame o seu próximo”: Bons Tratos para a Infância<br />
Alex Chiang, pastor, educador e conferencista. Abril 2009. Tradução Rede Mãos Dadas – <a href="http://www.maosdadas.org" target="_blank">www.maosdadas.org</a></p>
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